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Mega Não Brasília

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Eu, Paulo Rená, estou responsável, por conta própria, por organizar um Mega Não em Brasília.

Por hora, há apenas um plano na minha cabeça: um evento na Praça dos 3 poderes com links para outros locais no Brasil (ou do mundo), em tempo real, com a presença de pessoas legais e relevantes.

E que evento é esse? Pode ser desde um grandioso show ao vivo com os brasilienses móveis coloniais de acaju e gog além de várias outras várias bandas, cada uma em sua cidade, num esquema Live 8; até um minuto de silêncio com meia dúzia de pessoas vestidas de alguma cor específica.

É para traçar os limites disso que eu preciso de ajuda: para organizar o que vai ser o evento. E na verdade, mais do que ajuda, preciso de co-responsáveis, pessoas que possam assumir comigo essa responsabilidade e somar os esforços.

Quem for de Brasília e quiser colaborar na organização, favor comparecer à reunião no Espaço Cultural 508 sul, 19h30, quarta-feira 5 de agosto de 2009. Quem não for de Brasília ou não puder, comparecer, mande-me um e-mail ou deixe um comentário que eu retorno o contato. Aproveitem ainda para entrar na comunidade Orkut do Mega Não.

Sobre Paulo Rená

Paulo Rená da Silva Santarém é jurista, ciberativista e flamenguista. Chefe de pesquisas do Instituto Beta: Internet & Democracia. Integrante fundador do Partido Pirata do Brasil. Em 2010 obteve o título de mestre em Direito, Estado e Constituição pela Universidade de Brasília com a dissertação "Direito Achado na Rede: a emergência do acesso à Internet como direito fundamental no Brasil", na qual recupera a história recente da mobilização social contra o AI-5 Digital até o surgimento do Marco Civil da Internet no Brasil. Servidor público federal do Tribunal Superior do Trabalho desde 2004. Entre 2009 e 2010 atuou na Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, onde foi gestor do projeto de elaboração coletiva do anteprojeto de lei do Marco Civil da Internet no Brasil. Entre junho e setembro de 2012 coordenou o desenvolvimento da pesquisa Modelos de Negócios Abertos ("Open Business Models") pelo Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas.

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  1. Estarei na reunião amanhã.
    Sou fundador do grupo CUMA (Central Urbana de Manifestação e Ativismo).
    Participe, existe pessoas interessadas no grupo.
    Link: http://groups.google.com/group/cuma1

    Abraços!

    Responder
  2. Relato da reunião de quinta-feira

    Entre 19h e 21h, no saguão do Espaço Cultural da 508 sul

    Presentes:
    Cybelle Felipe, Dani Ferreira, Helson, Jaqueline Griô, Marcelo Arruda, Paulo Rená e Raul Cardoso

    Ao final:
    Collares

    Participação Especial:
    Walmir Cabral

    Inicialmente, eu, Paulo Rená, relatei o histórico do meu envolvimento com o Mega Não Brasília, desde o atendimento a um chamada no twitter para a rede Ciberativismo até a convocação para aquela reunião, na qual gostaria de poder contar com co-laboradores, que pudessem compartilhar os esforços e as idéias para construir um evento plural e significativo.

    Cada presente, já então se assumindo como também responsável por essa co-organização do evento, responsabilizou-se por algumas tarefas, que, cumpridas ou não, irão estruturar os limites do evento, o tamanho que ele pode vir a ter e os recursos com os quais poderemos contar. Cada pessoa anotou alguns contatos a serem feitos e redes a serem mobilizadas. Algumas tecnologias de luz e som foram cogitadas (megafone, projeção, links ao vivo com outras cidades do Brasil e do mundo, panfletos para divulgação, festas preparativas), mas ainda dependerá de mais quais pessoas (produtores culturais, grupos locais, movimentos?) se comprometerão a comparecer no dia.

    Desde logo, a data ficou confirmada como sendo 26 de setembro, no início da noite, 19h. Tanto por ser uma quarta-feira (dia da semana que conta com o maior número de parlamentares na cidade), como, e principalmente, pela coincidência com o dia e horário da abertura da II Conferência Internacional de Software Livre e Governo Eletrônico – CONSEGI, realizada em Brasília na ESAF – Escola de Administração Fazendária.

    O local foi alterado da Praça dos 3 Poderes para o Complexo Cultural (ou Praça) da República, entre o Museu e a Biblioteca, para podermos contar com a visibilidade pelos usuários da rodoviária central de Brasília. A Praça dos 3 Poderes, apesar do significado político, como espaço público não conta com a mesma exposição.

    A conversa circulou sobre alguns pontos fundamentais para o Mega Não. Fiz questão de frisar que o AI-5 Digital é ponto central, mas não o único objeto de combate. Dani Ferreira lembrou bem que precisamos ter uma conversa sempre clara, que explique de forma explícita porque nossa preocupação com o vigilantismo, porque basta isso para as pessoas aceitarem aderir ao Mega Não.

    Todas as demais intervenções, se não foram esquecidas, são relevantes apenas para a nossa própria organização. Ah, o Walmir Cabral fica como piada interna.

    Responder
  3. oi Paulo Rená

    Estarei por aí para me somar a esta iniciativa.

    #meganao

    Responder

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